segunda-feira, 5 de outubro de 2009

amor de perdição

Uma perdição mesmo. Eu não sei mais o que faz ou o que não faz mais falta, porque neste fim de semana parei para pensar em mim mesmo. Tenho certeza que o que eu sinto agora vai mudar logo e vou voltar a sentir tudo aquilo que cheguei - ou chego, ou vou chegar - a sentir. E foi desse grande impulso que cheguei a onde estou.
Eu não quero ser nada que não seja eu, não quero sentir nada que não seja meu. Vou dizer sim pra mim, embora eu saiba que o não é mais convicto.

E para onde eu vou... é longe de onde eu vim. Vou para um lugar onde "amo você" valha algo, algum lugar que as montanhas aspirem tudo aquilo que tenho a dizer, me dão uma resposta válida e me convencem de que tudo aquilo é algo que faz um piano tocar fervorosamente e que, principalmente, será algo que faz seu próprio coração palpitar de temor. Se você não é assim, tem que ser.
Vem pra cá e viva a vida sem medo de botar alfinetes no coração. Uma hora eles saem. E a cicatriz só fica pra anunciar que ele tá mais forte e convicto pro próximo amor que vier.

Assim foi, assim vai ser. ;)

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