quinta-feira, 27 de agosto de 2015

por um mundo menos obsoleto.

eu vejo o mundo caindo aos pedaços enquanto a evolução acontece ou está prestes a acontecer. 
eu vejo luas sem fundo, eu vejo sol sem claridade. e as pessoas, que pessoas? 
é hora de ser otimista. o mundo não tá aqui pra sempre (ou será que é você que não está no mundo pra sempre?) 
existem questões que são complicadas de se entender. Ampliamos nossa mente quando pensamos no além, mas eventualmente retornamos ao que somos. vítimas do acaso. 

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

uma das minhas coisas preferidas de se fazer ao fumar maconha:

passar perfume importado, na casa inteira, por conta da neura e também pra deixar o lugar mais agradável.

Esperteza é tudo.

sábado, 22 de agosto de 2015

algumas reflexões banais sobre o achismo

Acho que hoje, sem nenhum tipo de segundas intenções, resolvi escrever sobre o quanto mergulhamos na vida alheia. É um mergulho imersivo que define muitos padrões comportamentais, seja porque queremos aconselhar nossos amigos mais próximos a tomarem as melhores decisões, seja porque queremos ter um pouco de controle em qualquer tipo de situação, seja porque somos curiosos ou simplesmente porque não temos o que fazer.
Sem deixar de ressaltar que é gostoso ter controle das situações. É necessário assumir.

Embora soe um pouco arrogante e egoísta - em um espaço meio filosófico de se escrever - nossa vida é feita de momentos alheios. Talvez seja uma maneira negativa de enxergar a vida, mas ela não pode, de maneira alguma, deixar de ser vista. Chega a tornar-se muito próximo da naturalidade (entenda realidade) nos perdermos em pensamentos e devaneios que na verdade nem nos dizem respeito.
Vivemos com aquela curiosidade de saber o que o outro está fazendo ou pensando. Queremos saber o que o amigo decidiu em relação às escolhas do trabalho, queremos entender o porque nossos pais não cuidam da saúde, queremos criar um contexto pra todos os momentos da vida, queremos achar motivos e importâncias singulares e significativas para qualquer música que ouvimos. É, a música é feita de momentos mesmo. Que compõem a vida, direta ou indiretamente (sendo o indireto o que não faz parte da tua vida).

Assim levamos a vida. Sem refletir, sem construir nossos próprios aviões, sem termos nossas próprias revistas de sala pra ler. Vivemos nossa vida sem saber o que vai acontecer depois da cifra maravilhosa da nossa música favorita, sem saber se aquele violão está tocando pra você ou para qualquer outra pessoa que seja diferente de você. Vivemos no paradigma absurdo de achar que podemos entender a vida das outras pessoas mesmo sabendo que nosso universo é bagunçado e fora de órbita.
Fico pensando em como melhorar. Ao mesmo tempo, não sei se estou errado. Quero melhorar? Tem fórmula certa de viver a vida?
Duvido que algum dia eu saiba dessa resposta. Enquanto isso, dou lição de moral.
Achando que acho alguma coisa.

domingo, 9 de agosto de 2015

get high by the beach

Boy, look at you looking at me
I know you don't understand
You could be a bad motherfucker
But that don't make you a man
Now you're just another one of my problems
Because you got out of hand
We won't survive, we're sinking into the sand