segunda-feira, 22 de março de 2010

polemize-me

Não, eu não nego que eu seja magrelo... Isso até me favorece em algumas ocasiões.
Neste post especial faço minha primeira transformação.

Antes: Desalizado, desatualizado, desungido, negro e perdido nas drogas. Magrelo satânico.
Foto antiga:


Depois: Com a vida progredida, salvo por cristo, ungido, abençoado, branco como nuvens e somente alimentado por vegetais. Tomo chá de erva-cidreira com bolachinhas de maizena. Magrelo bíblico e musculoso.
Foto atual:

Fiquei uma graça.
Adeus.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Humanos me assustam... Um dia disserão que não o quê? Não, não importa. Como posso odiar tanto pobres analfabetos?
Adicione e XINGUE! thiago20show@hotmail.com

quarta-feira, 17 de março de 2010

Os quatro grandes motivos

Esta é a minha vez de fazer o manifesto. Monstrinho de tudo o que eu quero e de tudo o que eu não quero fazer. Pensar em algo que talvez valha a pena talvez possa ajudar, mas o motivo por traz de tudo é óbvio pra mim. É unir o útil ao agradável, é como concluir um quebra-cabeças usando peças que o impeça de ficar pronto e, mesmo todo desconcertado e cheio de defeitos, ainda ficar feliz porque de alguma forma alcançou o objetivo. Quatro motivos para me marcar com uma marca monstruosa.

1) Little Monster significa "monstrinho". Não nego que seja uma homenagem pra gaga, uma vez que eu amo ela louca e inconsequentemente. Se alguém perguntar se ela é o motivo, eu vou dizer que ela é parte dele.

2) Tenho monstros na vida e essa tatuagem vai servir como um alicerce. Tenho monstros que tenho que enfrentar pra sempre, como por exemplo o fato de eu ser gay. Isso não é monstruoso, mas monstruoso é o fato de que tenho que lutar contra o monstro que vive fora do armário, contra o mundo e muitas vezes vou ter que lutar contra minha própria família e talvez contra eu mesmo.

3) Na verdade, não tenho só monstros na vida. Acho que isso faz de mim um monstro, um monstro que nem eu mesmo entendo como funciona. Um monstro que muda de ideias como a noite muda pro dia, um monstro que aprende a pensar de acordo com as pancadas que leva e que, principalmente, não tem medo de admitir que é um monstro perante o mundo monstruoso que vive.

4) Sou um um monstro por não saber entender as idealizações da vida, um monstro por ter preconceitos, um monstro por ter conceitos, por pensar, sentir e sorrir. Um monstro que não tem como controlar sua própria hostilidade, que não pressiona sua hospitalidade e, pior ainda - ou melhor, dependendo dos olhos - um monstro revoltado por não ter a capacidade de entender o próprio destino. Prefiro ser eu contra o mundo do que eu contra eu mesmo.

Me motivo sim ao que me segura e ao que me apoia, mas me apego muito mais fácil a aquilo que me corrói.
Se convenci, não posso dar a certeza.
Se ainda vão continuar achando que estou tendo atitudes precipitadas cabeças vão rolar, visto que essa é uma das primeiras vezes na vida que tive de fato certeza do que estou falando. Eu quero me marcar pra mostrar que eu posso ser feliz vivendo a vida que eu vivo, que posso viver a vida amaldiçoado pelos meus próprios monstros e que posso, além de tudo, superar todas as dores do parto com o corpo marcado por algo que eu sempre quis ter.

terça-feira, 16 de março de 2010

#história 3: Depende de como você vê.

Não sei se foi o melhor ou se foi o pior, mas definitivamente foi alguma coisa... Fins de semana tem este nome para indicar sua própria característica. Por ser fim, deve ser comemorado de alguma forma. É fim mesmo, não vai voltar atrás.
Esse fim de semana eu sangrei. Resumidamente, contei ovelhas brincando de pega-pega no meio do proibido e, pra acrescentar, o exu ainda baixou no corpo de alguém e fez uma brincadeira satânica, aproveitando o cigarro queimadinho pra queimar na mão da outra louca.
As crianças correram pela rua com uma bandeira colorida pendurada nas costas.
Orgulho de ser gay.
No trem, a atenção foi totalmente delas. Eram fatos: adoleta com 20 marmanjos deitados no chão em frente a todos. Um papel nomeado "Eliza" que todos tiveram que beijar, uma vez que a própria Eliza não estava lá. Era um bate cabelo descompassado, eram roupas que não combinavam e era um óculos escuro estilosissimo que, aos olhos - literalmente - de quem o tinha, ele sabia muito bem como perder o valor.
Era barraco com um idoso porque ele esbarrou sem querer, era ofender uma senhora e xingá-la de "filha da puta" porque no trem ela sentou no lugar da Eliza, era brigar com um mágico babacão porque ele não tinha experiência nenhuma e, o pior de tudo, era tentar fazer com que eu participasse de todo esse evento medíocre sem abrir minha boca pra mandar todo mundo se foder.

domingo, 7 de março de 2010

Pra perceber

olha só, achei um antigo texto meu.
Adorei reler e ver que expressei exatamente o que eu queria.

"Eu não sei mais se devo tentar entender certos comportamentos. Talvez eles nem tenham que ser compreendidos, talvez sejam simplesmente relapsos incoerentes da minha mente.
A cada vez que eu me juro que estou perto de alcançar a liberdade por dentro de uma mente que me foi trancafiada, um grito de desconfiança me surge de algum lugar e me faz perguntar: " O que é isso? Pra quê isso? Vai ter fim? Teve um fim? Me explica?"
E perguntas... Que eu acho que não quero saber a resposta. São simplesmente palpites, mas a cada dia que me encontro eu me vejo mais perdido do tão próximo de são que eu deveria estar. Ah, eu acho que não sei mais o que eu quero. Eu estou perdido, estou indeciso. Não sei de mais nada e muito embora eu ainda sinta algo forte a respeito de uma pessoa, todo o triunfo de ir falar com ela me sumiu. Evaporou, gozou para algum lugar que eu não quero descobrir. Se essa pessoa sente minha falta, essa falta é improvável; aliás, realmente devo ter algum tipo de mestrado em coisas improváveis. Confusão é algo que não consigo mais entender, a festa que deveria ter minha presença vai ser engraçada de tanta combustão.
Minha mente passa por um turbilhão de informações, ela quer que os dedos admitam algo que ela sabe que não é real e implora para que eu não somente sinta o gosto de chocolate amargo em todas essas situações ridículas e sim, que de algum jeito eu seja um pouco pollyanna e tente tirar uma coisa positiva de todo esse eclipse que me dá ânsia de vômito e me faz querer gritar e implorar pelo carinho de alguém que eu sei que não vou ter."

sábado, 6 de março de 2010

Decepção também é reflexão

porque meu pai sim é um homem de classe, pois ele sabe se decepcionar com os filhos por motivos plausíveis.

1) um deles é vagabundo.
2) a filha dele fez progressiva e gastou 300 reais no cabelo enquanto há pessoas passando fome.
3) o outro filho é biba.




Reflita.

terça-feira, 2 de março de 2010

formspring.me

Venderia seu corpo cmg p ir ao show da nossa diva praticamente no palco fazer uma loucura e agarrar ela?

é CLAAAAAAAAAAAAAAAAAAARO que eu faria isso!

Fique à vontade.