domingo, 20 de setembro de 2009

amor do ano!

De tanta reflexão, uma hora você chega a pensar com a razão e não mais com o coração e a emoção. Foi uma notícia de madrugada, uma consciência meio reflexiva. Meio sem saber se você bota a ativar o canal da televisão que você tentava evitar por tanto tempo. Que você nem ao certo soube como evitar nem se deveria evitar.
E sendo mais claro, vou continuar gostando de uma pessoa até que por algum acaso eu a esqueça. E isso não será algo difícil, doloroso tampouco inaceitável. Tudo é válido e de nada me arrependo - ou se eu fosse me arrepender de algo, tá certo, eu me arrependeria de não ter tentado um pouco mais do que eu tentei porque, diga-se de passagem, não foi nada.
Essa é a a minha culpa.
Meu percebimento é quase um atrevimento, mas faz sentido. Porque mesmo que por alguma coincidência louca o sujeito quisesse o que eu tinha a oferecer (mesmo sem demonstrar) ele também tentaria algo, não? Desta parte, a culpa não pode ser minha. Ele que se arrependa.
É com essas que acabo crescendo e virando homem. Disto eu jamais vou poder me arrepender, porque se eu for querer alguém do meu lado, vou querer alguém que saiba tomar decisões pelos dois e que não queira ficar brincando de casinha e jogando bola nos fins de semana enquanto têm problemas a resolver. Quero um homem, não uma criança.
Talvez essa seja a minha resposta, mas de nada ela vai adiantar se eu continuar amando essa criança que não sai da minha mente.

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