Tenho medo do que minha mente pensa... Me assusto, pra falar a verdade. Odeio ter que espetar e alfinetar alguém. Muitas vezes nem o faço - fisicamente - mas de alguma forma, minha mente pensa essas besteiras e no fim das contas acabo querendo me deturpar por ter compartilhado esse desejo sem nexo com minha cabeça ou com o papel e teclado onde escrevo. As cores verdadeiras não me aparecem.
A falta de algo pra faltar me incomoda. Me deixa pálido, tenso. A sobra da comodação me mostra até onde não tenho que ir ou se, no último caso, eu for para algum lugar a partir da falta de informação, vou saber que lá não preciso voltar.
Para deixar claro, falar de desgraças aumenta minha estima porque essa é uma coisa que sei fazer muito
É hora de gritar!
"".
É um grito oco por trás de meu ouvido que insiste em não reconhecer minha voz. Meu gelo. Meu Frio. Vazio.
Repito: vazio.
Uma sensação de perdição, como se eu sentisse dores articulares quando não tenho articulações suficientes pra tanto incômodo. É uma descrição excruciante e excitante, que faz meu peito estufar e palpitar de alegria, desabafo, desaforo, desapego, dor, amor e exclusão.
Nesse frenese, um aquarela é pintado. Cores e sentenças filosóficas e algébricas que, condecoradas e misturadas com algo que não acredito que eu vá algum dia entender, provam que existir é fatal. Desamedronta - se é que esse verbo existe -e fica feliz com o pôr do sol imaginário, mesmo que isso, nesse caso, seja inútil e indiferente para mim. bem.
A falta de algo pra faltar me incomoda. Me deixa pálido, tenso. A sobra da comodação me mostra até onde não tenho que ir ou se, no último caso, eu for para algum lugar a partir da falta de informação, vou saber que lá não preciso voltar.
Para deixar claro, falar de desgraças aumenta minha estima porque essa é uma coisa que sei fazer muito
É hora de gritar!
"".
É um grito oco por trás de meu ouvido que insiste em não reconhecer minha voz. Meu gelo. Meu Frio. Vazio.
Repito: vazio.
Uma sensação de perdição, como se eu sentisse dores articulares quando não tenho articulações suficientes pra tanto incômodo. É uma descrição excruciante e excitante, que faz meu peito estufar e palpitar de alegria, desabafo, desaforo, desapego, dor, amor e exclusão.
Nesse frenese, um aquarela é pintado. Cores e sentenças filosóficas e algébricas que, condecoradas e misturadas com algo que não acredito que eu vá algum dia entender, provam que existir é fatal. Desamedronta - se é que esse verbo existe -e fica feliz com o pôr do sol imaginário, mesmo que isso, nesse caso, seja inútil e indiferente para mim. bem.
Nenhum comentário:
Postar um comentário